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- Wystffjof
- José F. Barbosa, Presbítero serve a Deus na Igreja de Deus em Ananindeua – PA. Estuda a Palavra de Deus há 16 anos. Nascido na Cidade de S. Miguel do Guamá – PA. Tem 59 anos, é casado e pai de quatro filhos. Reside em Ananindeua - Pará – Brasil.
As finanças da Igreja
SUSTENTANDO A OBRA DE DEUS
1ª Leitura: (I.Reis 17:8-16)
2ª Leitura: “Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim nisto, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma bênção tal até que não haja lugar suficiente para a recolherdes” (Malaquias 3:10; II Corintios 9: 6-9).
Comentário
Tema que agrada a alguns e incomoda a outros. Quando pensamos nas ricas bênçãos que recebemos de Deus, na saúde, na paz e, sobretudo, na salvação que alcançamos, o dízimo e as ofertas não nos preocupam e até parecem desaparecer. Em momento algum nos negaríamos em entregá-los. Deus é justo e misericordioso, não exigindo de ninguém em demasia. Sua Causa requer também recursos materiais para o sustento de seu sacerdócio e manutenção da expansão do Evangelho do Reino. Na antiga aliança, os levitas compunham o quadro ministerial que servia no Templo e estes eram sustentados pelos dízimos. Houve momentos em que abandonaram os serviços, e se foram cada um para a sua terra por falta de seu sustento e a Obra de Deus foi prejudicada. Na nova aliança, prosseguimos tendo um sacerdócio, no caso, o mais perfeito, o de Melquisedeque. Podemos deixar perecer este sacerdócio? De quem Deus vai cobrar? Sejamos responsáveis e fiéis, a Deus.
Gostaria de apresentar este pequeno quetionário á você.
- Que você pensa da oferta da viúva pobre?
- Você acha que os outros deram mais que ela?
- Devemos dispensar os dízimos das pessoas que ganham pouco? (Marcos 12:41-44; Lucas 21:1-4; I.Reis 17:12).
Comentário:
Jesus deu prova de que a entrega das ofertas era um serviço importante, tanto que observou atentamente e distinguiu a oferta da viúva pobre: duas pequenas moedas. Talvez sua oferta não fosse a mais alta, mas, na verdade ela deu mais que todos, porque não deu as sobra; deixou alí tudo o que tinha para seu sustento. Deus ordenou que uma pobre viúva sustentasse o profeta Elias. Que condições ela tinha? Tanto Jesus, quanto Elias, poderiam ter interferido, pois pessoas pobres estavam entregando tudo, mas não o fizeram. Deus aprecia nossa confiança nEle, o amor e a dedicação por Sua Causa.
- E na Igreja: Existe dízimo maior que o outro?
- Que tipo de contribuição, verdadeiramente demonstra maior ou menor generosidade? (Provérbios 20:10,23; Salmos 89:14).
Comentário:
Deus é justo e o dízimo é uma ordem justíssima. Ninguém dá mais que o outro. O sacrifício do pobre (se é que isto possa ser assim chamado) é o mesmo do rico. Ser mais ou menos generoso vai aparecer nas ofertas alçadas e voluntárias, na participação nos cultos, escolas etc. Injusto, portanto, é o que retém o que é de Deus, vendo muitas vezes irmãos pobrezinhos sendo fiéis e ele em falta com suas responssabilidades na casa de Deus.
Dois pesos e duas medidas aborrecem a Deus, queridos irmãos!
- É o dízimo um ensinamento da nova aliança? (Mateus 23:23; Lucas 18:11,12; Hebreus 5:6,10; 6;20; 7:1-6).
Comentário:
Jesus arrolou entre seus ensinos o dízimo e se tornou sumo sacerdote de um sacerdócio maior: o Melquisedeque. Na verdade houve mudança no sacerdócio, todavia ambos tem algo em comum: uma estrutura a ser mantida. O dízimo foi originalmente recolhido e faz parte do sacerdócio de Melquisedeque, do qual Jesus é sumo sacerdote. Este também tem custos e precisa de homens em tempo integral ou parcial e serviços sem o que seu sucesso seria impossível. O fariseu era dizimista. Nossa justiça deve exceder a dele (Mateus 5:20).
- Que acontece quando os dízimos e as ofertas alçadas e voluntárias não são entregues na Casa do Tesouro?
- É correto aplicar o dízimo em obras sociais ou entregá-lo em qualquer organização religiosa? (Neemias 10:35-39; 12:44; 13:10-12).
Comentário:
Está bem claro que o dízimo era para a manutenção do ministério levítico e da Casa de Deus. A obra de Deus foi abandonada pela negligência dos que retinham os dízimos. Deus falou em ferir o povo com maldição por roubá-Lo, com a retenção dos dízimos e das ofertas alçadas e prometeu bênçãos aos que forem fiéis (Malaquias 3:7-12). Não é correto o crente entregar o dízimo fora da Casa do Tesouro ou aplicá-lo como entender. Certamente dízimo aplicado em religiões falsas ou fora da verdadeira Igreja, Deus não o recebeu.
- No caso do moço rico, não estava Jesus exigindo demais dele ao pedir que vendesse seus bens e repartisse aos pobres? (Mateus 19:21; Lucas 19:2,8; Atos 2:45; 4:34-37).
Comentário:
Temos grandes exemplos de generosidade na palavra de Deus. Muitos chegaram a vender suas propriedades e colocar aos pés dos apóstolos o valor obtido. Zaqueu expontaneamente resolveu doar a metade de seus bens aos pobres, sem que Jesus lhe tivesse exigido nada. Na verdade, se o moço rico fosse sincero, não veria problema no pedido de Jesus e talvez nem Jesus tivesse exigido isto dele.
- Uma vez entregue o dízimo e as ofertas voluntárias, estamos quites com Deus e nada mais devemos ao ministério ou ainda temos compromisso com outros tipos de contribuição? (Êxodo 36:5-7; Números 35:2,8).
Comentário:
Israel trouxe tanto ouro na construção do santuário que foi preciso mandar parar. Deus ordenou aos israelitas que, de sua herança, dessem cidades aos levitas. Sim, os que amam a Obra de Deus tem o prazer de tomar parte nos empreendimentos de Deus; são gratos e sabem que o que receberam em termos espirituais não pode ser compensado com todo o ouro do mundo. Paulo nos orienta neste sentido, dizendo que os discípulos devem repartir de todos os seus bens com seus mestres: “O que é instruído na palavra reparta de todos os seus bens com aquele que o instrui.” (Gálatas 6:6).
- É certo determinados obreiros serem mantidos pela Igreja?
- Têm estes direito de viver do Evangelho e desfrutar certo conforto? (I.Coríntios 9:6-14; I.Timóteo 5:18).
Comentário:
Me chama muito a atenção Paulo aqui também invocar, de forma comparativa, a semeadura dos ricos bens espirituais em relação à colheita dos modestos recursos materiais para a subsistência do ministério. Afinal, “se nós vos semeamos as coisas espirituais, será muito que de vós recolhamos as carnais?” Sim, poucos são os que renunciam tudo pela obra e devemos reconhecer a dignidade de seu trabalho, dando ao obreiro o que é justo e tendo-o em grande estima pela obra tão nobre a que se dedicou. Já pensou porque poucos escolhem esta missão?
Dê um clik no tópico CONTRIBUIÇÃO, faça sua parte com o criador nosso Deus, não esquecendo que: “Ora, aquele que dá a semente ao que semeia, e pão para comer, também dará e multiplicará a vossa sementeira, e aumentará os frutos da vossa justiça. Enquanto em tudo enriqueceis para toda a liberalidade, a qual por nós reverte em ações de graças a Deus” (II Corintios 9: 9,10).
Quero vos lembrar.
Quem tem seu próprio negócio e dá dízimo só da retirada e não do lucro líquido, está devendo para Deus e dando mau exemplo. É como se o assalariado pusesse a parte de seu salário na poupança e dizimasse só o que precisasse para seu sustento!
Igreja de Deus Pb. Jofbasa
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