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José F. Barbosa, Presbítero serve a Deus na Igreja de Deus em Ananindeua – PA. Estuda a Palavra de Deus há 16 anos. Nascido na Cidade de S. Miguel do Guamá – PA. Tem 59 anos, é casado e pai de quatro filhos. Reside em Ananindeua - Pará – Brasil.
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segunda-feira, 15 de agosto de 2011

A TRAJETÓRIA DA IGREJA

            Igreja de Deus

Culto de apresentação após o Batismo em Benfica da IDA 002 

O M essias Reorganizando A Igreja

Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela(Mateus 16:18).

“Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos os povos fez um;” (Efésios 2:14).

Comentário

Jesus o Messias veio ao mundo para cumprir o plano de redenção e salvação de todo aquele que nEle crer e por fim toda a humanidade.

A obra redentora é, pois, o alicerce sobre o qual Jesus o Messias construiu a Sua Igreja.

Ele é a Pedra fundamental de esquina, o fundamento bem ajustado, para templo santo de Deus (Efésios 2:20), e cada servo fiel e obediente á, Deus e a Jesus, a Palavra e seus mandamentos é considerado como “pedra viva(I. Pedro 2:5), para a construção do corpo de Cristo, que é a Igreja de Deus.

A necessidade de um fundamento sólido

Toda construção precisa de um fundamento, seja um majestoso edifício, grande seja um ranchinho no fundo do quintal, pequeno.

A Igreja também está edificada sobre um fundamento e desta vez um fundamento duplo isto é, “fundamento dos apóstolos e dos profetas, do qual Jesus é a principal pedra de esquina”.

Sobre esse fundamento, ergue-se o edifício espiritual em Deus: A Igreja, construída com as “pedras vivas” que somos nós, os servos e filhos do Deus Altíssimo.

Em (Lucas 6:47-49), Jesus conta uma parábola que reforça a idéia de que toda edificação precisa de um fundamento adequado e bem firmado. Dois homens construíram cada um, a sua casa.

Uma, foi edificada sobre a areia. Quando veio a tempestade, a que tinha fundamentos sobre a areia caiu. Jesus está nos ensinando que é preciso examinar, com cuidado, o terreno sobre o qual pretendemos edificar a nossa vida espiritual. A areia representa o solo frágil das religiões e filosofias humanas. Examine!

Edificando sobre a areia...

No ano de 1173, em Pisa, cidade da Itália, teve início a construção de uma torre de oito andares, na qual pretendiam abrigar o sino da catedral daquela Cidade.

A obra estava ainda no terceiro andar quando foi percebida uma leve inclinação no eixo da estrutura daquela torre. O engenheiro, então, construiu os andares restantes um pouco mais altos de um lado, a fim de compensar o desvio, mas de nada adiantou. Ano após ano, a torre, concluída no século XIV, foi se inclinando lentamente, cerca de 1.2 milímetro por ano, até que a diferença em relação ao eixo chegou a 4.5 metros.

Turistas de todo o mundo vinham ver de perto a torre inclinada, até que a visitação foi proibida, por medida de segurança. Em 1997, os fundamentos da torre de Pisa receberam novos reforços para evitar a queda. Ela voltou a ser considerada segura para visitação, porém continua inclinada.

O problema jamais será resolvido.

Tudo isso aconteceu porque ela foi erguida em terreno arenoso. Em acordo com o equilibrar-se na areia, você percebe que quando você anda sobre a areia não compactada dificilmente há um equilíbrio real em seu corpo. A medida de cada passo dado o corpo tem dificuldade de se manter reto. Pense!

Edificando sobre a Rocha

Nós, servos fiéis, não precisamos nos preocupar com a firmeza do alicerce de nossa fé, porque não estamos edificados sobre estruturas ou idéias humanas. O alicerce da Igreja é fundamentado sobre o fundamento que é a pedra da esquina onde os edificadores rejeitaram. Jesus é a pedra angular da esquina!

Alguns crentes receiam defender a sua fé e evitam o confronto, achando que poderão ficar sem resposta diante de algum questionamento mais profundo ou que, talvez, não consigam explicar alguma “contradição” da Bíblia. Contudo, não há terreno mais firme que da fé. A palavra de Deus é superior a tudo que ser humano possa imaginar e jamais se contradiz. E, ainda que falte a este servo o conhecimento mais amplo das Escrituras, na hora necessária será ministrado pelo Espírito Santo o que se haverá de dizer (Mateus 10.19).

Ninguém pode apresentar proposta melhor que o evangelho do reino, porque ele se apóia na perfeição de Deus o Eterno. E a Igreja foi edificada sobre a Rocha eterna, Cristo O Messias.

Cristo, o Fundamento da Igreja.

A Igreja tem o próprio Filho de Deus como fundamento, ou reorganizador Depois disto voltarei, E reedificarei o tabernáculo de Davi, que está caído, Levantá-lo-ei das suas ruínas, E tornarei a edificá-lo” (Atos 15.16).

Nenhuma outra instituição na face da terra pode afirmar tal coisa. Tomemos como exemplo os fundadores de grandes religiões do mundo, homens que existiram no passado.

Quem sabe, eram pessoas de bem, honestas, que praticavam e ensinavam a caridade, porém eram seres humanos e, por isso, viveram por um tempo e morreram.

Permanecem, como todos que morreram, aguardando o juízo final. Uma alerta!

A escolha que fizermos neste mundo valerá por toda a eternidade. Assim, a quem confiaremos a nossa alma: a quem pode salvar ou a quem não pode? A resposta parece óbvia.

(Se você quiser conhecer mais sobre a superioridade de Cristo Jesus, estude a Epístola aos Hebreus). Pois você encontrará o testamento de nosso Senhor Jesus filho do Deus Altíssimo.

O Messias, o único Fundamento.

Já vimos que Cristo é superior a qualquer fundamento sobre o qual queiramos apoiar as nossas crenças.

Agora veremos que Ele Jesus é o único fundamento da Igreja. O apóstolo Paulo escreveu: “Vós sois lavoura de Deus e edifício de Deus”.

Segundo a graça de Deus que me foi dada, pus eu, como sábio arquiteto, o fundamento, e outro edifica sobre ele; mas veja cada um como edifica sobre ele. “Porque ninguém pode pôr outro fundamento, além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo” (I. Coríntios 3.11).

Pode parecer estranho afirmar que Cristo é o único fundamento da Igreja quando a Bíblia menciona o “fundamento dos apóstolos e dos profetas” (Efésios 2.20). Mas Cristo é o único fundamento no sentido de que a Igreja é de natureza espiritual, porque estamos “em Jesus Cristo” (I. Tessalonicenses 2.14). E somos “família de Deus” (Efésios 2:19). Somos “participantes da natureza divina(II. Pedro 1:4), e a natureza divina só pode vir de Deus.

Pedro, a pedra.

Com base em Mateus 16.18, muitos religiosos crêem que a Igreja foi edificada sobre a pessoa de Pedro.

A frase usada por Jesus; “Tu és Pedro (Petros – uma pedra), e sobre esta pedra (Petra – uma grande rocha) edificarei a minha Igreja(Mateus 16.18a), tem gerado muita polêmica.

Pedro é parte do “fundamento dos apóstolos e dos profetas(uma “pedra”) e, sem dúvida, foi o apóstolo mais destacado nos primeiros dias da Igreja. Com as “chaves” que recebeu do Senhor Jesus (v 19a), ele abriu as portas do evangelho do reino aos judeus quando pregou no dia de Pentecostes (Atos 2.14ss) e aos gentios quando batizou a família de Cornélio (Atos 10).

O fundamento humano

Se Cristo é o alicerce perfeito da Igreja, qual a necessidade de um fundamento humano? A resposta é que a Igreja é uma instituição criada por Deus (Gênesis 1:27),Adão e Eva” e reorganizada por homens “E deu a Moisés tábuas de pedra, escritas pelo dedo de Deus” (Êxodo 31:18). Moisés faz justamente como o SENHOR ordenou “Junta o povo, homens, e mulheres, e meninos e os teus estrangeiros que estão dentro das tuas portas, para que ouçam, e aprendam e temam ao SENHOR vosso Deus, e tenham cuidado de fazer todas as palavras desta lei (Deuteronômio 31:12).Jesus na qualidade de homem reorganizando a Igreja, “Depois disto voltarei, E reedificarei o tabernáculo de Davi, que está caído, Levantá-lo-ei das suas ruínas, E tornarei a edificá-lo(Atos 15.16). Assim como tem uma base sólida do Criador, a Igreja possui, também uma base humana, Jesus homem, “edificarei a minha Igreja” (Mateus 16:18), escolhido e enviado por Deus.

O fundamento dos apóstolos e dos profetas

Quando Cristo deixou este mundo para regressar ao Pai, a responsabilidade da Igreja ficou nas mãos de um Ministério constituído de doze homens. Mais tarde, surgiu Paulo, denominado “apóstolo dos gentios” (Romanos 11.13).

Esses discípulos, que passaram a chamar-se “apóstolos”, receberam autoridade especial para liderar a Igreja, Eis algumas de suas responsabilidades:

Administrar a Igreja

Os recursos financeiros da Igreja eram depositados “aos pés dos apóstolos” (Atos 5.2). Um importante ato administrativo foi a instituição dos diáconos, para que os apóstolos pudessem dedicar mais tempo à pregação da Palavra (Atos 6.1-6).

Solucionar questões doutrinárias

Os doze discípulos haviam aprendido com o Mestre as verdades referentes ao Reino de Deus, as quais deveriam ser transmitidas e explicadas à Igreja.

Algumas dúvidas eram esclarecidas por carta, e vinte e uma delas vieram a fazer parte dos escritos inspirados do novo Testamento.

Confirmar os irmãos

Quando o evangelho chegou a Samaria, província vizinha da Judéia, Pedro e João foram enviados pelos outros apóstolos a fim de confirmar a obra de Deus ali (Atos 8.14). Pedro já havia recebido incumbência semelhante do próprio Jesus (Lucas 22.32).

Ministrar o batismo com o Espírito Santo

“Pela imposição das mãos dos apóstolos era dado o Espírito Santo” (Atos 8.18). Os novos crentes eram batizados com o Espírito Santo dessa maneira. Paulo também realizou trabalho semelhante em Éfeso (Atos 19.1-6).

Acerca de Paulo

Para que alguém fosse reconhecido como apóstolo era necessário que tivesse acompanhado todo o Ministério terreno de Jesus (Atos 1.21,22). Paulo não preenchia esse requisito, mas foi especialmente escolhido pelo Cristo ressuscitado para pregar o evangelho entre os gentios (Gálatas 1.1,16,17).

Ele escreveu treze das vinte e uma epístola do Novo Testamento e, investido de autoridade divina, foi o responsável pelo desenvolvimento da maioria das doutrinas fundamentais, entre elas, a da Igreja.

Devido à missão para a qual foi chamado, o seu apostolado também foi único.

Outros apóstolos

A Bíblia menciona outros apóstolos, mas estes, embora exercessem funções semelhantes os doze, não faziam parte do grupo original.

São eles: Barnabé (Atos 14.14) e Tiago, irmãos de Jesus (Gálatas 1.19). Alguns estudiosos acreditam que Timóteo e Silvano também eram apóstolos (II Coríntios 1.19).

Os profetas

Não há consenso quanto a quem sejam os profetas mencionados nesse fundamento. Alguns estudiosos da Bíblia acreditam que os apóstolos eram também profetas.

Há quem entenda, também, que Paulo esteja incluindo no grupo tanto o profeta do Antigo Testamento quanto os do Novo Testamento.

Cristo, a “pedra de esquina”.

No fundamento dos apóstolos e dos profetas, Cristo também aparece. Aqui Ele é “a principal pedra da esquina” (Efésio 2.20). A Pedra de esquina, nas antigas construções, dava sustentação ao edifício. A sim Cristo prometeu que sempre estaria com a sua Igreja (Mateus 28.20). Os apóstolos e a Igreja não estão sozinhos. O Cristo ungido continua entre nós, dando sustentação à Sua Igreja “edificarei a minha Igreja” (Mateus 16:18) .

Conclusão

A Igreja é uma instituição divina e tem Cristo O Messias como o seu reorganizador. As grandes religiões do mundo foram fundadas por homens pecadores, enquanto a Igreja de Deus foi criada pelo próprio Deus. Deus o criou; homem e mulher os criou” (Genisis 1: 27). Deus e seu filho Jesus é o fundamento espiritual da Igreja, “Deus é espírito” (João 4:24). “Deus a cabeça de Cristo” (I Coríntios 11:3). “Não crês tu que eu estou no Pai, e que o Pai está em mim? (João 14:10).

Como instituição humana, ela está edificada sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, do qual Cristo é a “principal pedra da esquina” (Efésios 2:20b).

PRADC ADAPTD WYSTFFJOF

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