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José F. Barbosa, Presbítero serve a Deus na Igreja de Deus em Ananindeua – PA. Estuda a Palavra de Deus há 16 anos. Nascido na Cidade de S. Miguel do Guamá – PA. Tem 59 anos, é casado e pai de quatro filhos. Reside em Ananindeua - Pará – Brasil.
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domingo, 2 de outubro de 2011

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    “Examinar de tudo e reter o que bom”      
            “Aprender um com o outro”
                  CLIk  Nas palavras sublinhadas
Estudo da Bíblia, é o estudo acadêmico da Bíblia judaico-cristã e textos relacionados. Para o Cristianismo, a Bíblia tradicionalmente é formada pelo Novo Testamento e Antigo Testamento, que juntos são chamados de "Escrituras". O Judaísmo reconhece como escritura só a Bíblia hebraica, também conhecido como o Tanakh, nome que é um acrônimo em hebraico de suas divisões: Torá (Lei), Nevi'im (profetas), e Ketuvim (escritos). Outros textos frequentemente examinados pelos eruditos bíblicos incluem os textos apócrifos judeus, os textos pseudepigrafos judeus, os textos apócrifos cristãos, as muitas vasta literatura do Cristianismo primitivo e a literatura antiga judaica.
Existem duas grandes abordagens para estudos bíblicos. A primeira abordagem, que estuda a Bíblia como uma criação humana e é também conhecido como crítica bíblica; Esta abordagem é praticado no mundo acadêmico secular. Nesta abordagem, os estudos bíblicos podem ser consideradaos como um sub-domínio dos estudos religiosos.
A outra abordagem é o estudo religioso da Bíblia, onde assume-se que a Bíblia tem uma origem divina. Esta abordagem cabe à Hermenêutica bíblica, que é obtida através do estudo levado a cabo pela teologia exegética. A evolução ou a história progressiva da Revelação de Deus à humanidade, desde da sua queda e passando pelo Antigo Testamento e Novo Testamento, é objecto de estudo da Teologia bíblica.
Metodologicamente e teoricamente, o campo inclui muitas disciplinas, como a história, arqueologia, crítica literária, Filosofia, e cada vez mais as ciências sociais. Aqueles que estudam a bíblia não necessariamente precisam ter um compromisso de fé com os textos que estudam. Na verdade, a crítica bíblica parece contradizer compromisso com o texto e é por vezes considerada heresia, embora alguns estudiosos judeus importantes neste campo são, na realidade, ortodoxos.
A Teologia bíblica estuda a Bíblia e organiza as conclusões obtidas pela Teologia exegética (que usa técnicas como a exegese para interpretar a Bíblia) em várias divisões e áreas de estudo, com a finalidade de estudar e conhecer a evolução ou a história progressiva da Revelação de Deus à humanidade, desde da sua queda e passando pelo Antigo Testamento e Novo Testamento.
A Teologia Bíblica, ao contrário da Teologia Sistemática, é indutiva, isto é, a partir da pesquisa exegética faz afirmações, ou seja, parte do específico para o geral. De um modo geral, a Teologia Bíblica parte da exegese de textos bíblicos como afirmação primeira, daí elaborando afirmações decorrentes.
A Teologia Bíblica ainda divide-se em:
1-Teologia Bíblica do Antigo Testamento. Nesta parte, os teólogos bíblicos dão especial ênfase às profecias e indícios revelados no Antigo Testamento relativos à vinda e missão de Jesus Cristo, o Messias;
2-Teologia Bíblica do Novo Testamento.
Não há uma Teologia Bíblica unificada, o que há são diversas teologias das tradições biblicas. Mesmo no Antigo Testamento, encontram-se as teologias dos livros históricos, e estas ainda se subdividem em outras teologias de acordo com o método de pesquisa empregado, também encontram-se a teologia dos escritos proféticos e dos escritos sapienciais. No Novo Testamento há a teologia de Mateus, de João (Jo, 1Jo, 2Jo, 3Jo, Ap), de Paulo (Cartas Paulinas), de Lucas (Lc e At). O teológo alemão Hans-Joachim Kraus aborda no livro Die Biblische Theologie esta problemática da múltiplas tradições e teologias bíblicas.
Tradição (do latim: traditio, tradere = entregar; em grego, na acepção religiosa do termo, a expressão é paradosis παραδοσις) é a transmissão de práticas ou de valores espirituais de geração em geração, o conjunto das crenças de um povo, algo que é seguido conservadoramente e com respeito através das gerações.
A tradição e sua presença na sociedade baseiam-se em dois pressupostos antropológicos: a) as pessoas são mortais; b) a necessidade de haver um nexo de conhecimento entre as gerações.
Os aspectos específicos da tradição devem ser vistos em seus contextos próprios: tradição cultural, tradição religiosa, tradição familiar e outras formas de perenizar conceitos, experiências e práticas entre as gerações. A tradição toma feições peculiares em cada crença. Pode-se destacar a presença da tradição nos grandes grupos religiosos: Judaísmo, Cristianismo, Islamismo, Hinduísmo.
            Igrejade Deus - Pb. Jofbasa
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